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Desalento

As cachoeiras
São pulsos cortados da natureza
É o seu desespero
Em movimento


O verso que não cala
É um pulso cortado do poema.

4 comentários:

Ana disse...

" É um pulso cortado do poema"

Que os versos não se calem e o desalento será poesia.
Um beijo.

ps. Muito sensibilizada pelo prémio atribuído à Encosta do Mar.

Anônimo disse...

venha participar em www.luso-poemas.net poetisa

pedrita disse...

adoro cachoeiras, esse poema ilustrou meu calendário desse mês que tem uma linda queda d´água, obrigada pelo presente. beijos, pedrita

Adriana Costa disse...

Ana e Pedrida, Obrigada, lindas, pela presença doce de vocês!

Anônimo, não resisti mais ao teu convite! Visite-me agora no Luso-Poemas também!

Flores a todos @>--