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Absolutamente só


Meu corpo ao deitar
é uma pedra leve
em lagoa profunda
nunca chega ao
fundo teu abraço
apenas a solidão
de águas me cobre
seu olhar iluminado
atravessa a escuridão
líquida
sem me ver
por dentro

3 comentários:

Madalena Barranco disse...

Adriana, querida,

Os mistérios do leito inexplorado do reino das águas profundas e doces... Poema que flui delicadamente e rola feito cristal líquido em minha telinha acesa.

Beijos mil.

Lord of Erewhon disse...

Todo o poeta encontra amor sem fim na solidão... o mais, chama-se vida...

Beijinho.

Merlin Magiko disse...

olha gostei do teu blog, a tua poesia absolutamente só é incrível mesmo.

olhe passe também no meu blog ai esta o link: http://palavrazsoltaz.blogspot.com/